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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vacinação em cães/Tabela

Vacina V8 e V10 - Protegem contra: Cinomose: doença causada por um vírus que é transmitido de um animal a outro através de secreções e fezes. Os sintomas são variados, podendo apresentar sinais respiratórios, digestivos e neurológicos. Os vírus permanecem por meses no ambiente. Infectam 50% dos cães não vacinados e possui alta taxa de mortalidade (90%). É uma das doenças mais graves aos cães e mais desagradáveis aos proprietários e aos M. veterinários, por existir poucas chances de cura e ser altamente contagiosa. Por outro lado, as vacinas são muito eficazes quando aplicadas no momento certo;
Hepatite Infecciosa Canina: doença causada pelo vírus adenovírus tipo 1 que causa lesões hepáticas (fígado) e endoteliais (intestino) generalizadas;
Adenovirus tipo 2: doença respiratória que pode resultar em pneumonia e broncopneumonia;
Parainfluenza: doença do trato respiratório superior que provoca secreção nasal, tosse e espirros;
Parvovirose: doença que afeta sistema digestivo, caracterizada por vômitos e diarréia geralmente hemorrágica. Afeta os cães de qualquer idade, porém com maior frequência e mortalidade em filhotes. Além dos sinais digestivos, também pode causar deficiência aguda do coração. As raças puras são mais susceptíveis e os filhotes mais vulneráveis, principalmente Rottweiller, Pit Bull, Pastor Alemão e outros;
Coronavirose: doença também de sistema digestivo, afetando cães de qualquer idade. Altamente contagiosa, sendo o vírus transmitido através do contato direto com as fezes infecciosas. Provoca diarréia com sangue e vomito;
Leptospirose L.canicola e L.icterohaemorrhagiae (v8) L. canicola, L.icterohaemorrhagiae, L.grippotyphosa e L.pomona (v10). É uma doença causada por bactérias, possuem varias cepas de acordo com algumas regiões mundiais. Ocorre em cães de todas as idades, com vários sinais clínicos e problemas renais. O rato é um vetor, eliminando as bactérias através da urina. A bactéria penetra na pele íntegra. Possui grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos (zoonose).
Vacina Anti-rábica: Previne o vírus da raiva e a primeira dose deverá ser aplicada a partir do quarto mês de vida e a revacinação deve ser anual ou seguindo as recomendações dos órgãos responsáveis em cada região. A Raiva é uma doença viral com sintomas neurológicos que acomete todos os mamíferos. É transmitida pela saliva de cães contaminados e pela mordida do morcego hematófago. Não há cura e é de grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos. O agravante deve-se ao grande número de animais soltos nas ruas.
Vacina Giardiavax: Protege os cães contra o protozoário Giárdia. Deve ser aplicada a partir do 2o mês de vida e deverá ter um reforço após 21 dias e anualmente. Pode ser aplicada junto à V8 ou V10. A giárdia é uma doença causada pelo protozoário Giardia lamblia que causa a síndrome da má-absorção e má-digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal, flatulência, perda de apetite, vômitos e letargia. É transmitida através da água, alimentos e pêlos de outros animais. É importante em saúde pública por ser transmitidas a humanos (zoonose).
Vacina Pneumodog ou Bronchiguard: Contra infecções respiratórias Traqueobronquite Infecciosa Canina: Também chamada de "tosse dos canis", é uma doença que acomete o sistema respiratório dos cães causado pela bactéria Bordetella bronchiseptica.Devem ser aplicadas duas doses com intervalo de 21 dias. Pode ser aplicada junto à primeira dose de V8 ou V10 e a revacinação deve ser anual.
Vacina Biocan: Protege os animais contra a dermatofitose, também conhecida como "tinha", causada pelo agente microsporum canis um fungo que é transmitido entre animais e humanos (zoonose).
Vacina Leishmaniose: Protege contra um protozoário que é transmitido aos animais e ao homem (zoonose) através da picada de um mosquito (mosquito palha) que esta disseminado em algumas regiões do mundo, inclusive no Brasil. É também conhecida como calazar. Tem uma grande importância em saúde publica, por ser transmitida aos humanos e principalmente porque os cães infectados tornam-se reservatórios, sendo fonte de contaminação a toda a família quando o mosquito que picar o animal doente picar uma pessoa. As vacinas ainda estão sendo difundidas aos poucos, em algumas regiões mais endêmicas

Calendário de Vacinação para cães (clique para ampliar):


Vacinação em gatos






















A vacinação do gatinho(a) deverá ser inicializada aos 60 dias de vida, salvo algumas exceções estabelecidas pelo Médico Veterinário, como desmame precoce, mãe com ausência de vacinação, entre outros, o qual podemos antecipar a vacinação. O filhote deverá estar saudável para o inicio da formação de anticorpos (primeira vacina) e esta avaliação deverá ser feita somente pelo médico veterinário. Vale lembrar que as vacinas éticas, ou seja, aplicadas pelo veterinário são vacinas de melhor qualidade, sendo tomadas todas as precauções de conservação, transporte e armazenamento, desde a produção até o momento da aplicação, além dos estudos constantes feitos por pesquisadores no intuito de atualizar com freqüência os antígenos vacinais. Além destes detalhes seu animalzinho será atendido por um profissional que o examinará e passará o melhor esquema de vacinação para que seu gatinho(a), viva saudável e por muito tempo. Se seu gatinho já é adulto, ele precisa de vacina mesmo assim, converse com o veterinário e ele te orientará. Lembre-se: Gatos também devem ser vacinados.
Escolha das vacinas: Após concluir que as vacinas éticas, ou seja, aquelas que são aplicadas e acompanhadas pelo M. veterinário, são as que conferem melhor proteção aos animais, e, portanto são as de melhor qualidade, resta escolher o melhor esquema de vacinação.
Vacina V3: Protege contra: rinotraqueíte, calicivirose e panleucopenia. O filhote deve receber essa vacina com 60 dias de vida, com revacinações a cada 21 dias até completar 3(três) doses, seguindo de uma revacinação anual.
Vacina V4: A mesma proteção da V3 adicionada de clamidiose. A primeira dose e as revacinações devem ser seguidas conforme a V3.
Vacina V5: A mesma proteção da V4 adicionada do vírus da leucemia felina. Esta vacinação é bem recomendada para gatos (as), que saem à rua, o que facilita o contato com gatos doentes, e a infecção pelo vírus. Recomenda esta vacinação em substituição a terceira V3 ou V4, ou como uma quarta vacina, seguida de uma revacinação anual.
Vacina anti-rábica: Previne o vírus da raiva e a primeira dose deverá ser aplicada a partir do quarto mês de vida e a revacinação deve ser anual ou seguindo as recomendações dos órgãos responsáveis em cada região.
Vacina para dermatofitose: Previne ou trata os fungos Microsporum canis, microsporum gypseum e trichophyton mentagrophytes. Para prevenção, recomenda-se 2 doses, com intervalo de 14 dias, seguido de uma revacinação anual. O animal poderá tomar esta vacina a partir do 3o(terceiro) mês de vida, e esta não poderá ser acompanhada de outra vacina ao mesmo tempo.

Doenças que as vacinas protegem

Rinotraqueíte viral felina: é causada por um herpesvírus, altamente contagioso, sendo responsável por 45% das infecções respiratórias felinas, os principais sintomas são espirros, febre, conjuntivite, rinite e salivação. O gatinho pode apresentar uma descarga nasal inicialmente serosa, que progride rapidamente em mucopurulenta, apresenta anorexia (falta de apetite), e possui uma taxa de mortalidade de 60% em filhotes.
Calicivirose felina: é responsável por outros 45% das infecções respiratórias em felinos, podendo ser encontradas infecções mistas, de calicivirose e rinotraqueíte, agravando ainda mais a doença. O calicivirus infecta as membranas das mucosas oral e do trato respiratório, tendo como sintoma característico a formação de úlceras na cavidade oral. Os outros sinais clínicos desta doença se assemelham aos da rinotraqueíte. A infecção pelo calicivírus pode potencializar outros agentes causadores de pneumonias, sendo fatal em alguns casos.
Panleucopenia felina: é uma das doenças virais mais difundidas e sérias dos gatos, sendo altamente contagiosa e transmitidas através do contato com animais doentes, ou objetos contaminados. Os sinais clínicos incluem febre, anorexia, vômitos, depressão e diarréia, e em filhotes contaminados no útero pode provocar incoodenação motora. É uma doença que provoca uma forte diminuição das células de defesa do organismo, podendo levar a uma alta taxa de mortalidade.
Clamidiose: é causada por um microorganismo intracelular que se multiplica nos epitélios oro nasal e da conjuntiva. Caracteriza-se por uma conjuntivite crônica e rinite moderada. Os sintomas iniciais são febre, secreção ocular, rinite e espirros.
Raiva: Doença viral com sintomas neurológicos que acomete todos os mamíferos. É transmitida pela saliva de animais contaminados (gatos, cães, etc), e pela mordida de morcegos hematófagos. Não há cura, e é de grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos. O agravante deve-se ao grande número de animais soltos nas ruas.
Vírus da leucemia felina: Trata-se de uma doença viral incurável, transmitida de um animal a outro principalmente através da saliva, porém mães portadoras do vírus são capazes de transmitir a doença através da gestação e da lactação. Tem como principal efeito a capacidade de causar imunossupressão, deixando o indivíduo vulnerável a qualquer tipo de infecção. Os achados clínicos mais comuns são: anemia, doença hepática ou intestinal, distúrbios reprodutivos e neoplasias.
Dermatofitose: É uma enfermidade infecciosa produzida por fungos, que afeta cães, gatos e também o homem (zoonose). A transmissão se dá através do contato direto com um animal contaminado, ou indireto, como casinha, cama ou locais freqüentados pelos animais. Afeta animais e pessoas de qualquer idade, porém com maior freqüência em jovens, idosos e animais com sistema imunológico deficiente. Os animais mais acometidos são aqueles de pelagem longa, principalmente os gatos persas, porém pode atingir qualquer animal.



















sábado, 27 de agosto de 2011

Vacinações... São necessárias ou não?

Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram. 


Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:
"Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?"
Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores "bíblias" veterinárias, diz:
"Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada."
Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk's Current Veterinary Therapy XI - a "bíblia" de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma "memória". De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk's Current Veterinary Therapy XI:
"Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes."
Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk's Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
"A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual."
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário.Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que "reforços anuais são necessários" como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
"Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?" Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:
"A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas.Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o siste ma imunológico dos animais que amam e cuidam."
A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:
"Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal. Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas."
O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:
"Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar."
Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:
"Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva."
O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
"Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso."
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:
"Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando."
Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:
"Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes."
Nesta mesma edição:
"Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa."
Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!
"Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam 'em dia'. (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável."
A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: "Puppy Shots and Dog Vaccinations", escrito por Michele Welton e publicado aqui.Tradução: Sylvia Angélico

sexta-feira, 18 de março de 2011

VACINAÇÃO

TABELA DE VACINAÇÃO DOS CÃES

No momento em que adquirimos um cachorro, devemos estar ciente dos cuidados de que eles necessitam para sobreviverem. É imprescindível, portanto, buscar informações sobre as doenças típicas de cada um, bem como as vacinas essenciais para preveni-las.

Cães

de 45 a 60 dias:
- 1ª dose da vacina Polivalente*
- 1ª dose da vacina contra Leptospirose**
- vacina contra a Traqueobronquite Infecciosa***

3 semanas após a 1ª dose:
- 2ª dose da vacina Polivalente
- 2ª dose da vacina contra Leptospirose

3 semanas após a 2ª dose:
- 3ª dose da vacina Polivalente
- 3ª dose da vacina contra Leptospirose

de 3 a 4 meses:
- vacina anti-rábica

Todas as vacinas necessitam de reforço anual

*Previne as seguintes doenças: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose Canina, Leptospirose e Hepatite. Deve ser feita após a desvermifugação do animal.

** Apesar da vacina Polivalente preveni-la, essa dose extra deve ser aplicada no cão que habita locais de grande incidência da doença. Seu reforço deve ser deito a cada 6 meses, visto que o anticorpo tem curta duração, tornando-se nulo de 3 a 9 meses após a dose.

*** Vacina opcional, visa a prevenir a doença que atinge o trato respiratório do cachorro.

TABELA DE VACINAÇÃO DOS GATOS

Além dos cuidados diários que se deve ter com o gato em relação à sua alimentação e mantê-lo sempre hidratado, é imprescindível que todas as vacinas sejam feitas corretamente antes de começar a ter contato com outros animais.

Em geral, os gatos são vacinados a partir da 6ª semana de vida, sendo necessária sua prévia desvermifugação.

- de 42 a 60 dias: 1ª dose da vacina Múltipla*

- 3 semanas após a 1ª dose: 2ª dose da vacina Múltipla

- de 4 a 6 meses: vacina anti-rábica**

Todas as vacinas necessitam de reforço anual

*A vacina Múltipla pode ser de três tipos e o veterinário a escolhe de acordo com a incidência de doenças na região e o tipo de vida do felino:

- Tríplice: previne a Panleucopenia felina, a Rinotraqueíte e a Calicivirose.

- Quádrupla: protege, além das doenças citadas acima, contra a Clamidiose.

- Quíntupla: Adiciona, além das já destacadas doenças, a proteção contra a Leucemia Felina. Essa vacina deve ser feita em mais uma dose, em média 3 semanas após a 2ª dose.

**A vacina anti-rábica também é obrigatória nos felinos e deve ser iniciada, em média, logo aos 5 meses de vida, seguido do reforço anual.


FONTE: http://adoteumfocinho-tiane.blogspot.com/search/label/Guia%20de%20Vacinas
e http://grupogataesteio.blogspot.com/