sábado, 13 de outubro de 2012

Município de Arujá (SP) tem escola municipal referência em projeto de Direitos Animais



Equipe da Globo acompanha projeto de Direitos Animais em escola de Arujá (SP). Foto: Reprodução
A equipe de reportagem da Rede Globo de Televisão, sob o comando da repórter Mariane Salerno, esteve presente na Escola Municipal Rosalina de Almeida Mendes, no Bairro do Portão, no município de Arujá (SP) para acompanhar de perto o desenvolvimento, na prática, do projeto de Valorização da Vida dos Animais, do Instituto Nina Rosa.
A cidade foi escolhida para representar os desdobramentos em sala de aula do trabalho educativo de formação de professores, realizado pelo Instituto Nina Rosa, no Programa Ação, que será exibido nas próximas semanas. A reportagem foi gravada na Escola Municipal Rosalina de Almeida Mendes, na tarde de 01 de agosto.
A escola municipal foi recentemente certificada como “Escola Ecológica”, uma certificação municipal para as instituições de ensino que realizam inúmeras ações sustentáveis, semelhante à certificação estadual do Município Verde Azul.
A diretora da EM Rosalina, Glaucia Franco Abreu, participou da formação “Educação em Valores”, promovida pelo Instituto Nina Rosa, que capacitou 100 educadores em 2011: “Nós, educadores, temos a função de multiplicadores, tudo o que aprendemos é compartilhado com alunos, pais e comunidade. A parceria com o Instituto Nina Rosa intensificou a forma como trabalhamos os valores com nossos alunos”.
Os projetos com a temática de direitos animais, realizado na escola, assim como em toda a rede municipal, está inserido nos projetos de educação ambiental e ocorre da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental, sempre com o objetivo de ampliar a consciência e ação das crianças e de suas famílias.

Governo autoriza medicamento genérico e similar para uso veterinário


O governo federal decidiu autorizar o registro, a prescrição e o uso de medicamentos genéricos e similares por animais no país. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (20).

A lei 12.689, de 19 de julho, vale para substâncias químicas, biológicas ou geneticamente modificadas encontradas em remédios, vacinas, antissépticos, aditivos, produtos para embelezamento e itens de aplicação ambiental, como pesticidas e desinfetantes.
A nova medida diz que essas drogas veterinárias podem ser usadas individual ou coletivamente, de forma direta ou misturada a alimentos, para prevenir, diagnosticar, tratar ou curar doenças.
Todos os produtos farmacêuticos genéricos ou similares devem ter sua eficácia, segurança e qualidade comprovadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que deverá coletar amostras desses compostos e também vai se encarregar da fiscalização.
Os medicamentos genéricos são representados por seu princípio ativo e custam menos que os chamados “de referência”, pois não têm marca. Os similares também são mais baratos, mas informam um nome fantasia e o composto ativo, após o vencimento da patente do laboratório que a detém. Ao contrário do genérico, o similar pode não ser “bioequivalente” ao produto de referência, ou seja, igual quanto a efeitos, segurança e eficácia.
Ambos os remédios, porém, devem ter os mesmos princípios ativos, indicação terapêutica, concentração, forma, via de administração (oral, injetável ou para passar na pele) e dosagem que os de marca. Mas podem se distinguir em características como tamanho, formato, embalagem, rotulagem, prazo de validade e substâncias usadas na fórmula para “ligar” ou dissolver outras.
Além da comercialização de medicamentos genéricos para animais, a resolução federal fala sobre a promoção de programas técnico-científicos para melhorar a qualidade e a eficácia dos remédios veterinários no Brasil.
Fonte: G1

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Homeopatia auxilia também no bem estar animal




Você sabia que a homeopatia pode ser usada em animais? Apesar de ter sido inicialmente criada, experimentada e desenvolvida para humanos, esta ciência é vista como um sistema terapêutico alternativo que busca a compreensão de todos os seres vivos, assistindo-os em seus processos biológicos que oscilam entre a saúde e a doença.
A homeopatia veterinária se aplica a todos os animais, com destaque para os de produção, silvestres (livres ou em cativeiro) e de estimação. Todas as espécies têm necessidade de ajuda, demonstrada através de sua conduta, de sua pele, de seus órgãos e de seus olhos, que, de uma maneira silenciosa, falam do seu íntimo.
Segundo a veterinária e presidente da Liga Homeopática do Rio Grande do Sul, Elisandra Pezzetta, o grande diferencial entre a homeopatia e a medicina tradicional é que a primeira prioriza o equilíbrio emocional do ser, melhorando a sua imunidade. “A homeopatia trata o indivíduo e não a doença. Este é o grande diferencial. Claro que doenças incuráveis, por exemplo, o câncer, não tem cura, mas podemos garantir ao indivíduo qualidade de vida e amenizar o sofrimento”, explica Elisandra.
As vantagens da homeopatia são muitas, especialmente por não apresentarem efeitos colaterais e toxicidade. A administração do medicamento pode ser feita na água, facilitando o uso nos casos de animais agressivos. Nas aves evita o estresse da manipulação, que podem vir a óbito simplesmente por segurá-las para administrar uma medicação. No caso de animais domésticos, também melhora a imunidade, ameniza o sofrimento em doenças terminais como o câncer, alivia o sofrimento no caso de doenças comportamentais (animais que se mutilam) e combate casos de otite recorrente, intolerância alimentar, alergias, cálculos na bexiga e rins, doenças neurológicas, insuficiências como a cardíaca e hepática, entre outras enfermidades.
Conforme Elisandra Pezzetta, o medicamento homeopático em geral é muito barato. Enquanto um frasco é vendido a partir de R$ 10,00 nas farmácias de manipulação, os remédios produzidos em laboratório custam em torno de R$ 45,00.
A Liga Homeopática do Rio Grande do Sul (avenida Getúlio Vargas, 169, bairro Menino Deus) tem um ambulatório veterinário separado dos consultórios humanos, de acordo com as normas da vigilância sanitária. Os profissionais que atendem na Liga são voluntários e o valor da consulta aos proprietários é bem acessível.
Quanto ao tempo de tratamento, Elisandra explica que depende de cada caso. O medicamento homeopático respeita a velocidade orgânica, começando a agir assim que entra em contato com o corpo do animal e pode produzir efeitos visíveis em segundos ou levar semanas para demonstrar modificações externas. A posologia pode variar várias vezes ao dia – em casos crônicos – até dose única em alguns transtornos comportamentais. “Independente do tempo ou do tipo do tratamento, os proprietários devem buscar sempre a qualidade de vida para seus animais”, diz a veterinária.

Matéria sugerida por Sônia Maria Franco Wilhelm, servidora da Procempa
Assista o video explicando um pouco mais sobre homeopatia veterinária.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Baleias no mar de Okhotsk intrigam cientistas


Grupo da Academia de Ciências da Rússia (RAN na sigla em russo)
e estudiosos estrangeiros estudará baleias cinzentas que migram todos
os anos a essa região do Pacífico em busca de alimentos..
Esses estudos são realizadas pelos cientistas da RAN desde 2002.
Baleias no mar de Okhotsk intrigam cientistas
Baleias migram para mar de Okhotsk, no noroeste do Oceano Pacífico Foto: Reuters
Na semana passada, um grupo de cientistas da Academia de Ciências da Rússia chegou à ilha Sakhalina, no mar de Okhotsk, para realizar um censo das baleias cinzentas que migram todos os anos a esse lugar em busca de alimentos. 

Neste ano, a equipe é composta por cientistas russos, norte-americanos e europeus, além de estudantes de biologia, que vão contar os animais e observar seu comportamento. 

“Para realizar o censo, tiramos fotos de animais de ângulos diferentes e depois comparamos as imagens com as fotos dos anos passados”, explica o representante da RAN. 

De acordo com estimativas anteriores, cada verão cerca de 120 a 140 baleias cinzentas chegam à região em busca de alimento.

Os dados obtidos pelos cientistas da RAN serão utilizados pelos especialistas de outras instituições de pesquisa internacionais, que ajudarão os russos com a marcação dos animais. 

Às vezes as baleias perdem suas marcações e não conseguem ser identificadas pelos satélites. “Entretanto, já recebemos informação que as baleias migram no inverno para a costa da Califórnia”, diz o organizador da expedição.

Ele acrescenta que a equipe estará na Sakhalina até a próxima migração de baleias, cujo início é normalmente em setembro. 

Incluídas na lista de animais com risco de extinção da Rússia, as baleias cinzentas vivem na parte norte do Pacífico. Sua população é divida em dois rebanhos, um migra entre o Mar do Japão e o Mar de Okhotsk e o outro entre a Califórnia e a Tchukotka. 

Esses animais viajam 16 mil quilômetros anualmente a uma velocidade de 10 quilômetros por hora.

Assim começa a carreira de um psicopata


A ANDA estreia, com exclusividade, uma série de matérias recheadas de pesquisa, entrevistas, curiosidades e indagações com o propósito de sensibilizar a população, as autoridades e a Justiça sobre o alto grau de periculosidade das pessoas que matam animais em série ou em massa e cujo rastro de sangue e dor pode ser contido se forem investigadas, detidas e monitoradas.
Animais incendiados ou enterrados vivos, espancados até a morte, enforcados, torturados, envenenados ou mortos por injeção letal – todos esses procedimentos são comuns em psicopatas. O alvo predileto: criaturas frágeis, indefesas, fáceis de capturar e manter sob seu domínio – e os animais se enquadram em todos os itens, assim como as crianças, mulheres e idosos que, numa segunda etapa da vida de um psicopata, podem se tornar seus alvos.
Segundo estudos do FBI, na sua grande maioria (cerca de 80%), os psicopatas começam a carreira matando animais. Por isso, em países como Estados Unidos e Inglaterra, os matadores de animais já são tratados e julgados de forma diferenciada que avança para muito além do crime de maus-tratos a animais. Nesses locais já se entende que deter esses indivíduos ou monitorá-los, quando começam a matar animais na infância, representa uma medida preventiva, de proteção não somente aos animais, mas a toda a sociedade.
Assinadas pela jornalista Fátima Chuecco, colaboradora da ANDA e sempre atuante no jornalismo pela causa animal, as matérias levantarão os casos dos psicopatas mais famosos do Brasil e no Exterior a fim de instigar a reflexão e motivar que casos onde se percebe comportamento psicopata sejam avaliados de forma mais ampla e recebam a punição adequada para evitar que os crimes continuem se propagando e, inclusive, migrando, da matança de bichos para o assassinato de pessoas.
Histórias impressionantes desfilarão pela série que estará também fornecendo canais para denúncias e dicas de como identificar indivíduos de perfil psicopata. Afinal, eles estão entre nós e muitas vezes ninguém percebe! Podem se esconder no disfarce de um simpático ou bondoso vizinho. É muito importante denunciar todo e qualquer matador de animais seja ele matador em série, em massa ou temporário.
Deter esses indivíduos salva a vida de animais e de pessoas. À propósito, no Brasil, 80 mil crianças desaparecem por ano. É um número extraordinariamente alto. Elas somem sem qualquer indício de seqüestro ou pedido de resgate e podem estar caindo nas mesmas mãos daqueles que assassinam animais.
Capítulo Quatro
Um psicopata a cada quadra
(Foto: Reprodução/Internet)
É assustador saber que a cada 100 pessoas, quatro são psicopatas segundo pesquisas americanas. Isso quer dizer que podemos encontrar um psicopata em cada quadra e pelo menos 5 milhões deles só no Brasil. Isso explica porque são tão comuns os envenenadores de cães e gatos. Quem nunca morou perto de um desses matadores de animais em série?
Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem uma estatística um pouco mais otimista: uma em cada 100 pessoas teria tendência à psicopatia. No entanto, nem todo psicopata se torna assassino de bichos ou pessoas. O National Institute of Mental Health (Instituto Nacional de Saúde Mental) dos EUA diz que 47% deles chegam a cometer crimes violentos, enquanto que os demais destilam sua agressividade no ambiente de trabalho, dentro de suas casas ou nos relacionamentos amorosos.
O destino dado ao serial killer varia de acordo com cada país. No Canadá, Inglaterra, Austrália e algumas cidades dos EUA a condenação é de prisão perpétua com cela de isolamento. Quando são menores de idade os psicopatas nesses países também podem ter como pena o isolamento do convívio social até que provem estar aptos para a liberdade.
Afinal, como foi visto no capitulo anterior dessa série, uma criança pode matar outras e o ideal seria receber tratamento e acompanhamento de modo a evitar que ela ataque novamente bichos ou pessoas. Outra penalidade aplicada em alguns países da Europa e nos Estados Unidos, para casos menos graves de maus-tratos a animais, é a proibição do agressor adquirir novos bichos, além de perder a guarda dos que ainda estão sob seu poder.
No Brasil os psicopatas podem ser considerados semi-imputáveis (com consciência dos seus atos, mas nenhum controle sobre eles). Nesse caso podem ir para hospitais de custódia onde receberão tratamento e voltarão às ruas quando tiverem liberação psiquiátrica. Se forem punidos como criminosos comuns cumprirão o máximo de pena prevista no país que é de 30 anos e também serão liberados. Foi isso que aconteceu com o maior psicopata brasileiro: Pedrinho Matador – autor de mais de cem assassinatos.
“Matava pacas e macacos… acostumei!”
Pedrinho Matador (Foto: Reprodução/Internet)
Um dos mais famosos psicopatas do Brasil cumpriu pena de 34 anos, mas continuou matando até mesmo quando estava preso. Numa entrevista às TVs brasileiras em 2011, quando foi preso novamente em Camboriú (SC), Pedrinho Matador disse que só mata gente ruim e por vingança. Jamais mata mulheres e tem desejo de “acabar” com o Maníaco do Parque. A tatuagem “Mato por Prazer” diz que já tirou do braço.
Ele cresceu numa chácara em Minas Gerais onde matava pacas e macacos: “Acostumei a matar… depois passei a gostar. Gosto mais de matar com faca, estilete, mas também uso as mãos porque depende de cada traidor”, disse numa coletiva à imprensa em 2011. A “carreira assassina” de Pedrinho teve início aos 14 anos de idade quando matou um primo. Muitos anos depois matou o pai que estava no mesmo presídio que ele: “Mas só arranquei o coração dele, não comi não como dizem que fiz”.
Decapitou o próprio gato e a mãe
Não foi apenas Pedrinho Matador que treinou seus instintos violentos em bichos antes de matar pessoas. Edmund Kemper tinha o hábito de decapitar gatos e atirar em pássaros por volta de seus 13 anos de idade.
Nem o gato da família foi poupado tendo sua cabeça pendurada numa estaca. Kemper foi tão perverso em toda sua vida que é difícil acreditar que alguém como ele possa de fato existir.Matou avós, mãe, amiga da mãe, adolescentes e fez sexo com diversos cadáveres que decapitava.
Edmund Kemper (Foto: Reprodução/Internet)
Foi condenado à prisão perpétua em 1973, na Califórnia (EUA), pelo assassinato de oito mulheres, entre elas sua avó (quando ele tinha apenas 16 anos). Numa mesma tarde matou e decapitou a mãe e uma amiga dela que, inesperadamente, apareceu para uma visita. O júri considerou que Kemper gozava de saúde mental perfeita e o enviou para uma prisão comum. O dado curioso é que o próprio Kemper se entregou à polícia e durante seu julgamento disse que estava disposto a ser torturado até à morte.
Cegava pássaros com agulhas quando criança
Foto: Reprodução/Internet
Tudo aconteceu tão cedo na vida do militar americano Edward Leonski que quando ele estava com 24 anos, em 1942, já tinha sido condenado à forca pelo estrangulamento de três mulheres. Na confissão ele disse ter matado para “conseguir suas vozes.” Disse que uma delas cantou para ele enquanto à conduzia para casa: “Ela tinha uma bela voz e eu fiquei maluco por ela”.
Na investigação de sua vida pregressa, colegas de infância disseram que Edward tinha o mórbido hobby de cegar passarinhos com agulhas. Uma aberração que também pode ter alguma relação com o canto dos pássaros.
Esfaqueava animais que cruzavam seu caminho
Outro caso antigo aconteceu na Inglaterra dos Anos 50. Peter Manuel começou a praticar assaltos com 10 anos de idade e foi parar num reformatório. Libertado demonstrou ainda mais sua agressividade e era visto com frequência esfaqueando animais que cruzavam seu caminho na região rural onde passou a vagar. Eram animais do campo desgarrados de seus grupos ou cães que rodeavam as fazendas.
Na adolescência atacava garotas. Mais tarde atacou duas mulheres com martelo, sendo uma delas grávida. Assassinou duas garotas de 17 anos e dizimou famílias inteiras a tiros: uma deficiente mental de 45 anos, a filha e a irmã dela, 16 e 41, que viviam na mesma casa. Calmamente jantou antes de ir embora. Noutra residência matou pai, esposa e filho de 11 anos. Curiosamente, o gato da família escapou da chacina e Manuel contou aos investigadores que antes de ir embora fez questão de alimentar o bicho. Foi enforcado em 1958.
Índice da Maldade
O psiquiatra forense Michael Stone criou uma medida para classificar o os assassinos de acordo com seu nível de violência. Seu trabalho pode ser acompanhado por meio da série chamada Índice da Maldade exibida no Discovery Channel. Stone analisa as motivações, os métodos e a quantidade de mortes cometidas pelos assassinos.
A escala vai do número 1 ao 22, ou seja, desde pessoas normais que matam apenas em legítima defesa (nível mínimo) até os psicopatas assassinos e torturadores em série que, segundo ele, atingem o grau máximo de perversidade humana. Edmund Kemper, por exemplo,citado nesse episódio, seria da categoria 22.
Se a escala fosse transferida para os matadores de animais, teríamos aqueles que frequentemente torturam, incendeiam, mutilam, cegam ou espancam bichos até à morte no nível máximo do índice de Stone. No nível 19 estariam os pervertidos sexuais que estupram animais sem matá-los. No nível 15 os que matam vários animais numa mesma ocasião por envenenamento ou doses elevadas de sedativo, por exemplo. Aqueles que matam num momento de fúria a pauladas, facadas ou outras armas disponíveis no local do crime (sem premeditação) poderiam se encaixar no nível 13.
O Índice
1. Matam em legítima defesa e não apresentam sinais de psicopatia. (Pessoas normais)
2. Amantes ciumentos que cometeram assassinato, mas que apesar de egocêntricos ou imaturos, não são psicopatas. (Crime passional)
3. Cúmplices voluntários de assassinos: Personalidade esquizóide, impulsiva e com traços anti-sociais.
4. Matam em legítima defesa, porém provocaram a vítima ao extremo para que isso ocorresse.
5. Pessoas desesperadas e traumatizadas que cometeram assassinato, mas que demonstram remorso genuíno em certos casos e não apresentam traços significantes de psicopatia.
6. Assassinos que matam em momentos de raiva, por impulso e sem nenhuma ou pouca premeditação.
7. Assassinos extremamente narcisistas, mas não especificamente psicopatas, que matam pessoas próximas a ele.
8. Assassinos não-psicopatas, com uma profunda raiva guardada, e que matam em acessos de fúria.
9. Amantes ciumentos com traços claros de psicopatia.
10. Assassinos não-psicopatas que matam pessoas “em seu caminho”, como testemunhas – egocêntrico, mas não claramente psicopata.
11. Assassinos psicopatas que matam pessoas “em seu caminho”.
12. Psicopatas com sede de poder que matam quando estão encurralados.
13. Psicopatas de personalidade bizarra e violenta, e que matam em acessos de fúria.
14. Psicopatas cruéis e autocentrados que montam esquemas e matam para se beneficiarem.
15. Psicopatas que cometem matanças desenfreadas ou múltiplos assassinatos em uma mesma ocasião.
16. Psicopatas que cometem múltiplos atos de violência, com atos repetidos de extrema violência.
17. Psicopatas sexualmente perversos e assassinos em série: o estupro é a principal motivação, e a vítima é morta para esconder evidências.
18. Psicopatas assassinos-torturadores, onde o assassinato é a principal motivação, e a vítima é morta após sofrer tortura não prolongada.
19. Psicopatas que fazem terrorismo, subjugação, intimidação e estupro, mas sem assassinato.
20. Psicopatas assassinos-torturadores, onde a tortura é a principal motivação, mas em personalidades psicóticas.
21. Psicopatas que torturam até o limite, mas não cometem assassinatos.
22. Psicopatas assassinos-torturadores, onde a tortura é a principal motivação (na maior parte dos casos, o crime tem uma motivação sexual, mesmo que inconsciente).
Como é e age um psicopata
Alguns sintomas são bem evidentes e já foram descritos ao longo dos capítulos anteriores dessa série. O psicopata não tem empatia alguma, ou seja, é incapaz de se colocar no lugar do outro. Não sente piedade, não tem remorso, não se arrepende. Não teme cadeia e nem mesmo a morte. Vive procurando saciar seus mais mórbidos desejos e tem plena consciência de seus atos porque a parte racional de seu cérebro é completamente normal. A parte emocional é que apresenta deficiências.
O psicopata é ainda mentiroso (um verdadeiro ator podendo assumir dupla personalidade), manipulador e, por vezes, sedutor. E na maioria dos casos começa treinando seus métodos de tortura em animais, logo cedo. As causas dessa falta de sentimentos e obsessão por torturar e matar são diversas: pode ser genética, traumas e abusos na infância ou danos cerebrais. Mas uma coisa é certa: a psicopatia do nível mais elevado não tem cura.
Segundo Robert Hare, criador da Escala da Violência (mencionada no capítulo dois dessa série), em casos mais graves, quando a psicopatia leva ao canibalismo e rituais sádicos, não há nenhuma possibilidade de cura: “Nessas formas de violência os indivíduos devem ser confinados em celas especiais por toda a vida. Se for solto matará de novo”.
Uma forma rápida de descobrir qualquer tendência à psicopatia é analisando o comportamento diante de cenas de violência. As pessoas que mal podem vê-las, fechando os olhos diante de fotos e filmes “fortes” ou se arrepiando ao ouvirem falar delas não correm risco de se tornarem serial killers (como foi dito no primeiro capítulo).
Mas algumas pesquisas nesse campo mostram que há exceções à regra. O perverso Jeffrey Dahner (capítulo três da série) tinha um cérebro normal, sem excesso da parte racional em detrimento da emocional. Alguns cérebros de pessoas com comportamento pacífico mostram o contrário: parte emocional bem menos desenvolvida que a racional. Será que isso mostra que até os psicopatas têm escolha? Poderiam eles, mesmo diante de uma sede enlouquecedora de matar escolher outro caminho? Poderiam, ainda que inconscientemente, desviar seus instintos assassinos para outra atividade onde não prejudiquem bichos nem pessoas? É o que a Ciência tenta descobrir.
Acompanhe nos próximos capítulos da Série Matadores de Animais:
Psicopata Oculto e Inverso – Quem treina um pit bull ou galos para rinhas teria tendências psicopáticas ocultas, transferindo-as para os animais? O colecionador de animais, que pensa estar fazendo o bem, quando na verdade só piora a situação dos bichos que recolhe, seria um psicopata “inverso”?
E os primeiros episódios da série:
Caso Dalva e Alice no País dos Gatinhos Mortos, além do Caso Brenda Spencer, que matou dois adultos e feriu nove crianças quando tinha apenas 16 anos, mas já incendiava cães e gatos quando criança.
Médicos e enfermeiros com missão oposta: dispostos a tirar vidas das maneiras mais sádicas. No Brasil, yorkshire Lana comove o Brasil ao ser morta por enfermeira casada com médico. Veja ainda quadrilha de enfermeiras assassinas e o cruel Dahmer que mutilava e comia suas vítimas.
Crianças perversas – A importância de se deter o mal pela raiz. Na Austrália menino mata vários animais em 35 minutos de surto e ri enquanto promove o massacre. Existem crianças realmente más? O Brasil começa a relacionar casos de maus-tratos a animais com violência doméstica e outros crimes.

Humanização de rotina causa transtorno psicológico a animais



Por medo, o cãozinho Zumbi era agressivo e não permitia a aproximação de pessoas (Foto: Dilvulgação / Arquivo pessoal)
Zumbi respondia aos afagos das visitas rosnando e tentava até morder quem insistisse em se aproximar. O cão da raça Chow-chow acabou ganhando fama de bravo, mas o verdadeiro motivo da agressividade só foi descoberto depois que os tutores, a gestora de comunicação Iara Vieira, e o marido dela, o engenheiro mecatrônico Marcelo Mitre Filho, resolveram procurar ajuda de uma profissional. “O problema, na verdade, é que ele era muito medroso e por isso tentava atacar quem chegasse perto”, explicou a especialista em comportamento animal Ana Cláudia Garcia.
Criados em casas e apartamentos sem a devida atenção às suas diversas necessidades, animais como Zumbi podem desenvolver problemas psicológicos devido àquilo que Ana Cláudia chama de “excesso de humanização” das rotinas. “A pessoa trabalha, deixa o cão sozinho o dia inteiro, e quando chega em casa acha que basta fazer carinho ou levá-lo ao melhor pet shop da cidade. Há outras necessidades que estão relacionadas à questão do comportamento animal mesmo, como brincar com uma bolinha, passear na rua ao menos duas vezes por dia”, explica.
Atividades como as descritas pela especialista estimulam a produção de serotonina, substância bioquímica que ajuda o cérebro a regular funções como o humor, apetite e até o ritmo cardíaco. Assim como nos humanos, baixos níveis de serotonina podem provocar distúrbios no humor e até levar a quadros de depressão.
A especialista em comportamento animal Ana Cláudia Garcia (Foto: Luara Gallacho/G1)
“No animal, isso vai se manifestar de diversas formas. Alguns cães uivam quando estão sozinhos, outros lambem as patas até fazer ferida, arranham a porta ou, o que é muito comum, destroem os objetos em casa. Para o cão, morder o objeto que tem o cheiro do dono é prazeroso, isso produz serotonina nele, porque ele pensa que está interagindo com o tutor.”
No caso de Zumbi, os problemas foram além do comportamento agressivo. “Ele rosnava e latia, ao mesmo tempo em que ia recuando assustado. Além disso, ele era muito agitado e começou a se machucar, por ansiedade”, diz Iara.
Os tutores foram orientados a pedir aos visitantes que adotassem cuidados, como falar baixo e de forma carinhosa ao interagir com o cão. “A abordagem do tratamento não está focada somente no cãozinho, mas em toda a dinâmica do ambiente. Todo mundo saiu ganhando. Recebemos sempre amigos e a família em casa, mas isso antes era motivo de estresse para ele. Hoje, a rotina da casa é outra, muito mais tranquila e harmoniosa. O Zumbi é outro cachorro, extremamente carinhoso, muito mais calmo e feliz”, conta Iara
Especialista
Mas cada caso exige um procedimento específico. O ideal, segundo Ana Cláudia, é que antes mesmo de adotar ou comprar o bicho, o futuro tutor busque orientação. “Costumo ir à casa, ver o espaço e conhecer a rotina dos moradores, para só depois indicar uma raça mais adequada àquele ambiente”, explica. “Mas nem 5% das pessoas fazem isso. É muito comum encontrar pessoas que só depois de pegar um cão descobrem que poderiam ter, no máximo, um gato.”
Não existe regulamentação para a profissão de especialista em comportamento de animais, explica Ana Cláudia, que desenvolve o trabalho há dez anos devido à sua atuação como presidente de uma ONG de proteção a animais em Ribeirão Preto, a Cãopaixão. Interessados em desenvolver a atividade preparam-se por meio de cursos ministrados por profissionais experientes e também buscam capacitação como adestradores.
Esses profissionais cobram em média R$ 80 por consulta e a sugestão de Ana Cláudia aos interessados em contratar o serviço é que busquem recomendações em clínicas veterinárias e pet shops de confiança.
Zumbi posa para foto nos braços do tutor Marcelo Mitre Filho (Foto: Dilvulgação / Arquivo pessoal)
Fonte: Fonte: G1

Conheça monumentos que lembram animais memoráveis



Foto: MHJohnston / Flickr
Animais fazem parte da vida humana. Sejam animais de companhia ou selvagens, eles não são apenas parte de uma paisagem, como também são parte da história de qualquer país. E uma das melhores formas de se conhecer um país é através da observação de como o mesmo trata os seus animais e como a nação se lembra deles.
Monumentos a animais têm sido levantados por todo o mundo. Muitos deles honram os animais que lutaram ao lado de humanos dentro e fora de trincheiras, enquanto outros homenageiam a bondade que os animais demonstraram para com os seus. Alguns são erguidos em memória de animais que ficaram tão famosos que se tornaram símbolos de sua cidade durante algum tempo.
Observa-se que estes monumentos são muito procurados por turistas. Os visitantes sempre querem tocá-los, alguns acreditam que isso lhes trará sorte, e outros visitam os monumentos para ter uma rápida e reconfortante lembrança dos animais domésticos que lhes aguardam em casa ou que marcaram as suas vidas.
Seguem alguns exemplos de monumentos a animais, conforme reportagem do Huffington Post.
Chizhik-Pyzhik, em São Petersburgo (Rússia)
O minúsculo pássaro de bronze sentado sobre uma ponte é provavelmente o menor monumento do mundo. Foi colocado em tributo a um grupo de estudantes locais que usavam uniformes com cores semelhantes à plumagem do pássaro. Visitantes fazem pedidos e tentam acertar o local com moedas, acreditando que isso lhes dará sorte.
O gato Trim, em Sydney (Austrália)
Trim seguia lealmente o seu tutor Matthew Flinders em suas viagens pela Austrália, nas quais ele documentava a flora do continente. Conta-se que o gato foi morto e comido por habitantes das ilhas Mauritius após Flinders ter sido preso por acusação de espionagem. A memória de Trim está imortalizada nesse monumento em Sydney.
Greyfriar's Bobby, em Edimburgo (Escócia)
Segundo história popular na Escócia, o cão Greyfriar’s Bobby manteve vigília sobre o túmulo do seu tutor por 14 anos. Foi tema de um filme em 1961.
Os patos de Boston (EUA)
O livro infantil Make Way for Ducklings (1941), de Robert McCloskey, é o livro infantil oficial de Massachusetts e está imortalizado por um pequeno monumento em Boston.
Puppy, em Toowoomba (Austrália)
O cão “Puppy” ficou conhecido por acompanhar a Banda de Toowoomba durante desfiles locais, por muitos anos. Após a sua morte, ele recebeu o pequeno monumento no parque da cidade.
Bebedouro de cavalos, em Malvern (Inglaterra)
O estranho monumento imita um bebedouro de cavalos e ao mesmo tempo se parece com uma lápide, e foi erguido em memória dos cavalos que morreram durante a Guerra dos Boeres, na África do Sul.
Cão sem teto em Tyumen (Rússia)
Este triste cão não é apenas um monumento. Ele também recebe dinheiro para ajudar cães abandonados.

Cidade colombiana recebe prêmio por ser exemplo de proteção aos animais


Foto: Donaldo Zuluaga
Se compararmos com grandes cidades europeias e latino-americanas, Medellín, na Colômbia, é a cidade que mais trabalha em função de proteger os animais. As informações são do jornal El Colombiano.
A Fundação Franz Weber, da Suíça, tem um prêmio que honra esse tipo de trabalho e decidiu dá-lo à cidade como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado.
Não é um prêmio qualquer, é uma forma de retribuir à cidade que investiu muito tempo e dinheiro para conscientizar a população de que os animais merecem tanto respeito quanto as pessoas.
Leonardo Anselmi, um dos diretores da Fundação e idealizador do projeto que defende o fim das corridas de touros na Catalunha, nos contou algumas coisas que fizeram com que Medellín fosse a primeira cidade a ganhar esse prêmio.
Uma delas é a existência de um abrigo para cães e gatos, chamado La Perla. Outra coisa foi que a Fundação conseguir tirar de circulação veículos de tração animal (no que Medellín foi a pioneira na América Latina). Também fazem parte do conjunto de benefícios para a população animal a criação de um Esquadrão Anticrueldade Animal da Polícia, para averiguar os casos de maus-tratos contra os animais; a criação de um programa de castração de cães e gatos de rua; feiras de adoção. Além disso, propuseram colocar um chip nos animais para localizá-los facilmente em caso de perda.
“Estive em Medellín no ano passado, conheci os maravilhosos programas criados ali. É incrível como uma cidade que tenha tido tantos problemas e lutou para saná-los hoje faça tanto por seus animais”, disse Anselmi, que entregou o prêmio para a secretária do Meio Ambiente, Ana Milena Joya, durante a noite.
O Prêmio
O prêmio consiste na imagem de uma coruja entalhada em madeira por artesãos suíços. Mónica Jaramillo Palacio, subsecretária da Cultura Ambiental, enfatizou que receber o prêmio de uma fundação com tanta tradição, que fez tanto pelo bem-estar animal no mundo, “significa que o que fazemos tem reflexo mundial e nos impele a não parar, mas a continuar criando estratégias”.
A funcionária da Secretaria de Cultura Ambiental avaliou que o prêmio foi merecido e assinalou que devem continuar estimulando as adoções. “Devemos garantir que as pessoas tratem bem aos animais domésticos, e que eles adotem os animais, não os comprem. Os animais de La Perla são bem cuidados, mas precisam de uma família.”
Mauricio Gómez, da Associação Defenzoores, que trabalha a fim de educar e sensibilizar os indivíduos com relação ao cuidado animal, destacou que o prêmio coloca Medellín no primeiro plano como cidade humanizada.
“Somos uma das poucas cidades no mundo que não têm Centro de Controle de Zoonoses; não sacrificamos os cachorros de rua, mas os resgatamos e os colocamos para adoção”, concluiu.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Espiritualidade animal em alta

CONHEÇAM O BLOG QUE TRATA DESSE ASSUNTO COMO NINGUÉM: ANIMAIS E O ESPIRITISMO:
http://animaiseoespiritismo.blogspot.com.br/
Posted: 24 Oct 2011 12:22 PM PDT

Fico extremamente feliz quando percebo o interesse das pessoas pelo amor, respeito e estudo da espiritualidade dos animais não-humanos.

A espiritualidade dos outros animais é um assunto que vem ganhando espaço e tornando-se comum em conversas daqueles que têm um carinho especial por animais não-humanos.

Para estas pessoas parece simples entender que os outros animais, como nós, possuem espiritualidade, o que é muito lógico, porém para muitas outras pessoas este entendimento não é tão claro, pois, na grande maioria das vezes, elas não tiveram a oportunidade de reflexão e/ou acesso a informações claras e coerentes sobre o tema.



Assim, o blog Animais e o Espiritismo, apoia ações que visam divulgar a questão da espiritualidade dos outros animais, acreditando que a divulgação e conhecimento da população sobre o assunto é base para um mundo de mais amor e harmonia entre homens e outros animais.

Uma vez que o ser humano perceber que não é o único a ter espiritualidade, respeitará seu semelhante - humano ou não-humano.



Gostaríamos de parabenizar a Mythos Editora por abraçar esta causa e pela enorme contribuição na divulgação da espiritualidade animal!


A revista Animais Doutrina & Espiritualidade está em sua terceira edição, clique <<aqui>> para saber mais!

Um grande abraço!
Fernanda
Links relacionados:


Vaidades inseridas nos animais: causas e consequências


Animais e Espiritualidade - Gilberto de Azevedo Marques

É com muita alegria que a partir de hoje trataremos da espiritualidade dos animais – os quais chamamos de “irmãos menores animais”*.
Dr. Marcel Benedeti em sua oportunidade e com muita propriedade trouxe vários artigos à ANDA. Agora dou continuidade a esta coluna que sempre desperta curiosidade em muitos.
Não será de nosso desejo provocar debates menos construtivos, mas sim abrir os olhos da mente e do coração acerca desses nossos animais não-humanos.
Desta forma, reabriremos esta coluna para trabalhar o tema “As vaidades inseridas nos irmãos menores animais, suas causas e consequências de ordem material e espiritual”.
Existe em nosso tempo presente uma ausência de valores tão forte que, direta e indiretamente, estamos passando para nossos tutelados e causando-lhes transtornos outros, os quais acabam se transformando em enfermidades de ordem física, psíquica e espiritual.
A espiritualidade preocupada com esses equívocos humanos, pedem-nos para propagar, divulgar e pontuar esses equívocos e suas consequências. E quais seriam, então, esses equívocos?
- Tratá-los como se tivessem nascido de nosso ventre, tendo-os como filhos, netos, sobrinhos, etc.;
- Promovendo casamentos, festas de aniversários, bailes românticos, desfiles de moda;
- Pintando seus pelos, maquiando-os com produtos de ordem feminina, excessos de banho e uso de perfumes;
- Usando-os nos prazeres sexuais em fantasias mirabolantes.
Com certeza, existem muitos outros equívocos como: os maus-tratos, enriquecimentos através do comércio e etc…
O fato é que, para cada experiência dessas mencionadas, fica o registro no corpo mental, causando assim um impacto negativo, estimulando nesses seres a vaidade, o desejo, o orgulho, a prepotência, a avareza e culminando no desequilíbrio total quando os mesmos chegam ao plano espiritual.
Por consequência desses equívocos, o corpo material, que não foi preparado para isso, entra em colapso, daí o motivo de tantas enfermidades instaladas nesses animais, provocando um profundo sofrimento, e sendo seus tutores responsáveis a causa primeira do mal instalado, estes acabam por fazer a eutanásia fechando seus equívocos com chave de ouro realizando funerais à base de caixão em ouro.
Ao chegar ao plano espiritual, o princípio inteligente universal – espírito – do nosso irmão menor animal, acostumado com essas mazelas e equívocos, é reconduzido à colônia animal e lá passa por um processo de neutralização da presente encarnação, perdendo assim um tempo precioso em sua evolução.
Como eles não têm o livre-arbítrio, e portanto sempre serão conduzidos até atingirem a fase hominal, os seus atos equivocados serão atribuídos aos seus tutores, que através da lei divina de causa e efeito, deverão reajustar-se pela dor.
A expressão “irmão menor animal” foi cunhada por Francisco de Assis e ao contrário do que a grande maioria pensa, não possui o intuito de menosprezar , diminuir ou inferiorizar os animais, ocorre bem o contrário, o termo atribui uma grande responsabilidade aos seres humanos em relação a estes irmãos, basta lembrar que a ordem franciscana se chama “Ordem dos Frades Menores”, menores em Humildade, portanto, Irmão Menor Animal na concepção de Francisco de Assis, significa aquele ser que é humilde, simples e puro de coração.