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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Documentos revelam que cães eram cobertos por bombas e enviados para morrer na Segunda Guerra Mundial


Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Fotos foram divulgadas mostrando cães armados com bombas pelo corpo e demonstrando como eles eram explorados na Segunda Guerra Mundial contra os tanques nazistas.
Os cães “kamikaze” também eram carregados para perto de veículos de armamentos e diversos alvos em meio à guerra, após a aprovação deste tipo de abuso animal em 1924, na então União Soviética. Cães continuaram sendo utilizados até 1990 e eram treinados para correr até os alvos e explodirem com o impacto, provocando a própria morte. As informações são do Daily Mail.
O especialista em forças militares, Yuri Veremeyev disse que “o exército vermelho já tinha experiência em usar cães para um grande número de tarefas, desde segurança para acompanhar os feridos no campo de batalha, até a entrega de mensagens e a movimentação de armas e comida na linha de frente”, e completou “então, a próxima sugestão era tentar enviar cães como agentes com explosivos aos tanques inimigos”
Inicialmente os cães iriam somente levar as bombas, que seriam acionadas por controle remoto há uma distância confiável, porém, com a chegada das tropas inimigas para perto dos taques e com o desespero do animal aumentando bruscamente, o exército soviético decidiu por outra estratégia.
As bombas acabaram sendo ajustadas para explodir junto com o cão, sendo acionada pelo impacto com o alvo. Os cães, em desespero, tentavam realizar a tarefa que eram treinados de maneira rápida, mas não tinham salvação e eram friamente mortos junto com a explosão.
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
“Os primeiros experimentos foram feitos com minas colocadas dentro de pacotes que eram ajustados sobre as costas dos cães”, diz Veremeyev. “Dentro dos pacotes haviam duas sacolas, cada uma com seis quilos de TNT”.
Ele continua, “o objetivo era que os cães conseguissem chegar até uma posição segura perto dos tanques, colocassem todos os explosivos e corressem de volta”, entretanto, não era isso que acontecia frequentemente.
O especialista continua descrevendo o abuso sobre os cães indefesos como algo que poderia ser considerado uma instrumentação. Os cães eram uma arma, uma ferramenta, não uma vida. Assim eles eram tratados em tempos de guerra e, talvez, de maneira mais sutil, assim são tratados atualmente quando são comercializados ou abandonados.
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Eles eram treinados para colocarem bombas em locais de armazenamento de comida e combustível de inimigos, em qualquer tipo de alvo imóvel, entretanto, quando postos em campo de combate, os cães ficavam confuso e retornavam para seus treinadores. Os cães sentiam medo do campo de batalha, não eram só objetos, eram (e são) seres sensíveis que entendem aquilo que acontece a sua volta.
Os cães eram treinados pela fome. Eram abusados com a privação de um elemento básico para a sobrevivência, a comida.
Eles não eram alimentados durante dias e, durante o treinamento, pedaços de comida eram colocados embaixo dos taques utilizados para simulação, os cães tinham que ir até o local, pegar a comida e deixar a bomba.
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Com o tempo, os soviéticos perceberam que nada sairia como planejado, perceberam que os cães não eram máquinas e que também sentiam pavor da guerra, então decidiram trocar o mecanismo dos explosivos e, daquele momento em diante, não seria mais necessário que o cão voltasse vivo de sua missão.
Muitos, devido ao pavor já citado, não conseguiam chegar até seu alvo. Eram impedidos pelo barulho das explosões e acabavam voltando para as trincheiras soviéticas.

Foto: Reprodução/Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail
Nesta situação, os soldados matavam seus próprios companheiros, para que a bomba não explodisse em seu território. Fica claro que a vida do cão não era nem mesmo um ponto a se considerar. Os cães eram explorados da pior forma e, sob qualquer falha, eram mortos, já que poderiam explodir a qualquer momento.
Muitos soldados não gostava da ideia de explorar cães neste tipo de atividade, “Já há muitas pessoas morrendo, agora estão matando também cães”, dizia um relatório.
Os Estados Unidos também chegaram a treinar cães para a guerra, assim como os soviéticos, chamavam caçadores e treinadores de circos para ensiná-los cada passo, entretanto, não foram utilizados mesmo com a aprovação de 1924.
Nota da Redação: Esta é mais uma prova de que a guerra afeta não só os humanos, seus criadores e personagens principais, mas também os animais não humanos, de maneira direta ou indireta. Estes cães tiveram suas vidas roubadas para propósitos que nem mesmo eram deles. Foram abusados, tratados como objetos e descartados quando não eram mais necessários ou quando simbolizavam algum perigo. 

sábado, 18 de maio de 2013

Cat House: conheça o maior abrigo de gatos do mundo

O sítio de 48 mil metros quadrados é o lar de mais de 700 gatos abandonados, conta com 25 voluntários e custa mais de R$ 10 mil por dia

.Ela vive com 700 felinos e é chamada de “crazy cat lady”, mas Lynea Lattanzio insiste: “não sou louca!”. Com centenas de gatos arranhando, dormindo e pulando por toda a casa, ela diz: “se eu fosse um gato, seria aqui que estaria”.
Lynea Lattanzio começou a resgatar animais em 1981, depois de seu divórcio - Dailymail.co.ukLynea Lattanzio começou a resgatar animais em 1981, depois de seu divórcio
Crédito: Dailymail.co.uk
O santuário tem gatos de todas as raças e tamanhos - Dailymail.co.ukO santuário tem gatos de todas as raças e tamanhos
Crédito: Dailymail.co.uk
Recém-chegado: gatinho com poucas horas de vida na enfermaria da Cat House - Dailymail.co.ukRecém-chegado: gatinho com poucas horas de vida na enfermaria da Cat House
Crédito: Dailymail.co.uk
Lynea, que foi expulsa de casa por sua mãe por cuidar de gatos como se fossem seus filhos, resolveu resgatar animais após seu divórcio em 1981. Nestes 30 anos de trabalho, cerca de 19 mil gatos já passaram pelos mais de 48.000 metros quadrados de propriedade em Parlier, na Califórnia (Estados Unidos).
A Cat House, como é chamada, também oferece serviços de esterilização a baixos custos, castração e facilita a doção de animais.
Com um custo de manutenção de mais de R$ 70 mil por semana, ela recebe donativos e conta com um dedicado grupo de voluntários que a ajuda neste árduo trabalho.
Mão amiga: voluntários ajudam Lynea no trabalho - Dailymail.co.ukMão amiga: voluntários ajudam Lynea no trabalho
Crédito: Dailymail.co.uk
Realidade: gatos são abandonados por seus donos por “não caberem” no apartamento - Dailymail.co.ukRealidade: gatos são abandonados por seus donos por “não caberem” no apartamento
Crédito: Dailymail.co.uk
Ela diz que os gatos de Nova York sofrem muito com o abandono, quando seus donos decidem que os apartamentos em que vivem são pequenos demais para seus pets. Muitas vezes, moradores da região deixam os animais em frente à sua porta.
R$ 70 mil por semana é o custo de manutenção do abrigo - Dailymail.co.ukR$ 70 mil por semana é o custo de manutenção do abrigo
Crédito: Dailymail.co.uk
Uma enfermaria, uma UTI – Unidade de Tratamento Intensivo – e até um retiro para animais idosos estão debaixo do teto de Lynea, onde incontáveis “miaus” ecoam o dia inteiro.
“Não temos gaiolas, isto é um santuário de ‘não-sacrifício’. Não sou louca, mas o que faço aqui é. Prefiro ser chamada de excêntrica ou masoquista. É a mesma coisa, só que com um nome mais simpático”, diz ela.
Cores, tamanhos e raças não são barreiras para estes bichanos fazerem amigos - Dailymail.co.ukCores, tamanhos e raças não são barreiras para estes bichanos fazerem amigos
Crédito: Dailymail.co.uk
“Tenho certeza de que existem outros locais que fazem este mesmo trabalho. Mas não sei onde estão. Obiviamente, são poucos e muito afastados. Como costumo dizer: estes gatos podem não ter uma casa, mas pelo menos têm uma vida!”, comenta Lynea.
Como se as centenas de gatos não fossem suficientes, Lynea ainda cuida de 15 cães. Segundo ela, isso é só o começo.
Todo mundo é bem-vindo: abrigo tem também 15 cães - Dailymail.co.ukTodo mundo é bem-vindo: abrigo tem também 15 cães
Crédito: Dailymail.co.uk
Lynea promove o santuário nas redes sociais, como o Facebook, PetFinder e YouTube. Assim, ela espera que aumentar a visitação no abrigo.
Depois de 19 anos de trabalho para a construção da Cat House, ela garante que continuará a cuidar dos animais que vagam por aí, mesmo que isso lhe custe o título de “doida dos gatos”.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Porcos: os animais domesticados mais inteligentes do mundo


Alegres, espertos, curiosos, independentes e muito, muito inteligentes

Uma publicação no site oficial do canal Animal Planet, da Discovery, colocou os porcos no topo da lista de animais mais inteligentes do mundo. Segundo a matéria, intitulada “Os 5 animais mais inteligentes do planeta”, os porcos têm habilidades que superam as dos cães e até as dos chimpanzés.
Os métodos com que cientistas medem o nível de inteligência dos animais são questionáveis mas, pelo menos, geram resultados que fazem as pessoas repensarem seu tratamento em relação a eles. Não há notícias de violência física nestes tipos de análises, mas, ainda assim, um laboratório nunca será o lugar de qualquer animal. Em sua maioria, os testes são simplesmente de observação e de treinamento com brincadeiras.
Em um destes estudos, cientistas colocaram porcos em frente a uma tela com um cursor que poderia ser movimentado facilmente com os focinhos deles. A tela mostrava imagens geométricas simples e, ao toque do focinho do porco, a imagem mudava. Os resultados mostraram que os porcos têm a plena consciência e habilidade para não ficar olhando para uma imagem repetida. Eles sabiam quais já tinham visto e queriam ver mais, aprender mais.
Outra forma comumente utilizada para medir o nível de inteligência de um animal é saber o quanto ele é capaz de aprender. É um método usado também por quem convive com um animal de estimação, que sempre garante que o seu melhor amigo é também o mais inteligente do mundo.
Estudos de comportamento revelaram que os porcos têm capacidade de aprender e sua inteligência é comparada a de uma criança de três anos. Diferentemente do que se faz com cachorros, é impossível enganar um porco com petiscos por muito tempo. Eles são independentes e gostam de resolver problemas sozinhos.

Eles adoram estar limpos e seguros

Ao contrário do que muita gente pensa, os porcos não são animais sujos. Eles adoram correr na grama e estar perto das pessoas e dos outros animais, mas são geralmente jogados em chiqueiros para viver em cima de seus próprios excrementos ou jogados em galpões industriais com milhares de outros. A imagem de porcos sujos é o que temos em mente porque é assim, infelizmente, que os tratamos. Definitivamente não é justo.

Eles sabem o que está acontecendo e dão valor à vida

Em julho de 2012, um grupo de cientistas especializados em estudos da consciência publicou um documento afirmando que os animais têm consciência e prezam por sua vida. Philip Low, pesquisador da Universidade Stanford, no Canadá, e outros 25 neurocientistas de todo o mundo concluíram que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. “As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência”, diz Low.






É claro que o nível de inteligência dos animais não deve definir qual será explorado e morto pela indústria. Nenhum deles deve ter este destino. Mas, é uma curiosidade comum saber quais são os animais mais inteligentes e esperamos que estas informações possam fazer você repensar suas refeições daqui para frente. Os animais que o ser humano escolheu para explorar financeiramente e matar são os mais dóceis. Estes animais são como crianças, esperam nossa proteção.
Segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um porco é morto por segundo no Brasil. Você não leu errado, é por segundo mesmo . Estes números consideram apenas os animais mortos em lugares legalizados, ou seja, estamos diante de um holocausto velado.
Existem milhões de pessoas no mundo todo que já escolheram viver sem prejudicar os animais. Se você se identifica com isso, recomendamos que acesse www.sejavegano.com.br e veja os primeiros passos para se tornar vegana(o). No site, você vai encontrar informações amigáveis, dicas de receitas e de documentários para assistir com a família e amigos.











quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Autoridades da Bielorrússia prendem centenas de gatos abandonados em porões


Gato sai de porão onde estava preso, graças a buraco aberto por moradores. Foto: AP Photo/Sergei Grits
Em uma noite, recentemente, miados de lamento assombraram moradores de Minsk, na Bielorrússia.
Eles vinham, segundo ativistas, de centenas de gatos abandonados que foram trancados em porões por autoridades locais, e encontravam-se impossibilitados de sair, expostos à inanição.
Conforme reportagem do Huffington Post, as autoridades vedaram porões de blocos de apartamentos para isolar os ratos. A conseqüência trágica foi que havia gatos lá embaixo e estes ficaram presos lá dentro, deixados a definhar.
“Meu coração dói ao ouvir como os animais estão gritando dia e noite”, disse Antonina Gayenko, de 72 anos, que estava alimentando alguns gatos por pequenos orifícios através das placas de ferro usadas para vedar o local.
“Eles foram condenados a morrer de sede e fome”, comentou a mulher.
Elena Titova, líder do grupo de direitos animais Protect Life, disse que a autoritária nação que outrora pertencera à União Soviética não tem abrigos de longo prazo para os animais sem lar. Ela estima que, só na capital, cerca de 9 mil deles já foram mortos nos últimos três anos.
“Matar os animais de modo impune tornou-se uma política de governo”, afirma Titova. “Esta política bárbara pode ser descrita como “Nenhum animal, nenhum problema”. Titova observa que eles acham mais fácil matá-los, pois assim não precisam construir abrigos.
Na Bielorrússia, animais abandonados são colocados em abrigos por cinco dias e então são mortos, se os tutores não aparecerem neste prazo.
Autoridades locais dizem que, ao vedar as partes de subsolo dos prédios, estão cumprindo regras visando a saúde pública.
“Gatos e moradores vão gritar por um tempo e então eles vão se acalmar”, declarou Alexander Yubkov, um dos trabalhadores incumbidos de colocar tampas de ferro nas janelas dos porões.
Ele disse que cumpre ordens e que, se ele e seus colegas de trabalho não vedam os locais de forma segura, funcionários da vigilância sanitária aplicam-lhes uma multa.
Mas Karolina Litvinova, moradora de Minsk, disse que as autoridades não se preocupam em verificar se não existem animais deixados em um porão antes de fechá-lo. A solução seria simples e possível, se houvesse a mínima atenção por parte das autoridades.
Alguns moradores fizeram buracos nas placas de ferro para permitir que os gatos escapassem.
“Conseguimos salvar cinco gatos que haviam ficado presos”, disse Litvinova.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

CÃO DEIXADO EM LAGO CONGELADO PARA MORRER, TEM PATAS ATROFIADAS, É RESGATADO E HOJE VIVE FELIZ COM PRÓTESES NAS 4 PATAS.


Fiquei espantado quando vi um vídeo de Naki'o , primeiro cão do mundo a ser equipado com um conjunto completo de patas
protéticas. Suas quatro patas artificiais trabalhar naturalmente para lhe permitir correr, saltar e brincar como qualquer outro cão.


Naki'o é um sobrevivente. Ele perdeu as patas depois de ter sido deixado em um rio congelante para morrer em pleno inverno. ao saber da história, o veterinário técnico Christie Tomlinson se adiantou e salvou.

Como um bom cachorro, Naki'o tinha vontade suficiente para se mover em seus tocos de patas, mas como ele cresceu, ele tinha muita dificuldade de se locomover. Christie decidiu usar próteses e Orthopets Denver concordaram em ajudar a desenvolver as suas "patas biônicas".

O vídeo abaixo mostra incrível história da força de vontade de Naki'o e mostra cenas com Orthopets para explorar o seu trabalho e os desafios e alegria em ver com a ajuda um cão especial como Naki'o caminhar novamente!



Assista o vídeo: http://vimeo.com/51840978


Fonte: Recebida pelo facebook. Não continha a fonte.

sábado, 13 de outubro de 2012

Camundongos podem aprender a cantar, aponta estudo


Camundongos são capazes de aprender canções com base nos sons que escutam, afirmam pesquisadores americanos. Segundo novos estudos publicados no periódico Plos One, quando camundongos compartilham o mesmo espaço, eles aprendem a modular seus tons de voz entre si. E têm mecanismos cerebrais e comportamentais semelhantes a humanos e pássaros no que diz respeito à aprendizagem vocal. Mas alguns acadêmicos se dizem céticos quanto à pesquisa, alegando que as provas são insuficientes para tais conclusões.
Pesquisas prévias nesse campo haviam mostrado que camundongos machos seriam capazes de cantar canções complexas quando diante de fêmeas, e essas canções seriam uma parte importante do "namoro". Essas "serenatas" são ultrassônicas - entre 50 e 100 Khz, muito além dos tons que podem ser captados pelos humanos. Quando esses sons são processados para se tornarem audíveis ao ouvido humano, eles soam como uma série de assobios de lamento.
Habilidade rara
Há tempos já se presume que camundongos seriam incapazes de mudar a sequência de seus tons de voz. Essa habilidade, chamada de aprendizado vocal, é rara na natureza - é restrita a alguns pássaros, como papagaios, a baleias, golfinhos, leões-marinhos, morcegos e elefantes.
Mas, nos experimentos recém-divulgados, pesquisadores da Universidade de Duke (EUA) afirmam ter descoberto que os camundongos têm tanto os circuitos cerebrais como os atributos comportamentais para o aprendizado vocal. O cientista Erich Jarvis, que supervisionou o estudo, disse à BBC que as descobertas mudaram seu entendimento a respeito de como os camundongos produzem sons. "Descobrimos que, nos camundongos, os caminhos que estão ao menos modulando essas vocalizações estão no prosencéfalo, como em humanos", afirmou.
Jarvis fez a ressalva de que o estudo não apresenta provas claras de que os camundongos têm exatamente a mesma habilidade vocal que pássaros e humanos. Mas avalia que há um espectro de diferentes graus de habilidades para diferentes espécies. "Acreditamos que os camundongos estejam em um estágio intermediário de habilidade, entre uma galinha e um pássaro, ou mesmo entre um primata não-humano e um humano", afirmou o cientista.
Viver em harmonia
Quando camundongos machos com diferentes tons vocais foram colocados no mesmo ambiente, descobriu-se que seus tons gradualmente se equilibraram após cerca de oito semanas. Segundo Jarvis, trata-se de uma evolução importante. "Ao colocarmos uma fêmea na gaiola com dois machos, descobrimos que um macho mudou seu tom para ficar parecido com o do outro", diz o pesquisador. "Em geral, o animal menor muda seu tom para se equiparar ao animal maior."
Mas nem todos os cientistas concordam. Kurt Hammerschmidt, especialista em comunicação vocal no Centro Primata Alemão, em Goettingen, lançou dúvidas a respeito das descobertas do estudo sobre camundongos machos. "A história de convergência de tons é pouco convincente", afirmou.
Jarvis rebateu dizendo que o ceticismo é infundado. "A reclamação (de Hammerschmidt) é de que não usamos animais o suficiente, mas descobrimos isso (a convergência de tons) em 12 pares de camundongos. Ao menos sob o nosso ponto de vista, isso é confiável e estatisticamente significativo", disse.  

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6221717-EI8147,00-Camundongos+podem+aprender+a+cantar+aponta+estudo.html

Jornal destaca participação da ANDA na Conferência Internacional de Direitos Animais


Por Patrícia Xavier (Jornal Contacto – principal veículo da comunidade lusitana)
Silvana Andrade, fundadora da ANDA, falou sobre o papel da mídia na disseminação dos direitos animais (Foto: ANDA)
A segunda edição daConferência Internacional dos Direitos Animais ocorreu entre os dias 13 e 16 de setembro em Esch/Alzette no Centro Cultural Kulturfabrik, local em que existiram, ironicamente, edifícios de um matadouro.
Ativistas do mundo inteiro estiveram reunidos trocando experiências, ideias e informações sobre inúmeros aspectos relacionados aos direitos dos animais. Varios projetos, debates, exposições, palestras e documentários foram apresentados por especialistas no tema.
Ao todo foram 40 palestrantes vindos de 20 países e, segundo Fabienne Origer, presidente da ONG organizadora do evento, Save Animals, este ano o número de participantes aumentou consideravelmente. “Neste ano tivemos por volta de 300 participantes, o dobro do ano passado e o evento é uma ótima oportunidade para conectar e expandir a conscientização dos direitos dos animais mundo afora”.
Vários palestrantes e representantes lusófonos marcaram presença. A brasileira Bianca Salles Dantas, realizadora audiovisual, produtora, editora e diretora documentarista, que fundou em 2009 na cidade de Curitiba a 1ª Mostra Internacional de Cinema pelos Direitos dos Animais fez uma apresentação sobre o cinema animalista. Outros palestrantes brasileiros também estiveram presentes como Carlos A. Bedin do grupo GEDA (Grupo de Estudos dos  Direitos Animais) e George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS (Vegetarianismo, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade).
Petiscos veganos foram oferecidos aos cães presentes no evento (Foto: ANDA)
O português Jorge Ribeiro que veio do Porto, representante do partido PAN (Partido pelos Animais e pela Natureza) desde 2009 acredita que os animais são vítimas esquecidas, completamente abandonadas à sua sorte. São vítimas sem voz e sem defesa e compara a escravidão humana à escravidão animal:  “Infelizmente a sociedade ainda tem a mentalidade de que os animais foram criados para servir ao homem e nós que lutamos pelos direitos dos animais estamos avançados no tempo. O que acontece com os animais atualmente é como o que acontecia no tempo da escravidão. Naquele tempo era impensável imaginar que eles teriam os direitos que têm atualmente”.
ANDA
O ponto alto da parte lusófona ficou por conta da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais). A ANDA exerce um papel fundamental dentro do movimento dos direitos dos animais em todo mundo que é de informar em larga escala o que acontece com os animais vítimas da exploração humana. Através do conteúdo atualizado minuto a minuto também incentiva a sociedade a tomar novas atitudes em defesa dos animais. Com 3 anos e nove meses de existência, a ANDA tem cerca de 20 mil visitas por dia em 80 países. O Brasil lidera o ranking de acesso seguido por Portugal com 25 mil acessos por mês. A fundadora Silvana Andrade e o editor Lobo Pasolini falaram da importância do papel da imprensa no comportamento da sociedade. “Nos acreditamos que a falta de informação gera preconceito e discriminação e a imprensa é extremamente importante para alcançar os direitos dos animais” .

*Os jornalistas da ANDA viajaram a convite da TAM.

Los Angeles quer proibir venda de animais de criadores



Cão aguarda adoção em abrigo de Los Angeles (Foto: Reprodução/Los Angeles Times)
A cidade de Los Angeles nos Estados Unidos estuda a possibilidade de proibir pet shops de vender cães, gatos e coelhos que foram obtidos de alguma fonte que não seja um abrigo de animais ou grupo de resgate. Se a cidade fizer isso, ela vai estar dando um passo enorme para erradicar a indigência animal.
O jornal Los Angeles Times apoiou a ideia em um editorial que diz que a impossibilidade de regular a indústria e a falta de cuidado com os animais nas fábricas de filhotes justifica a proibição, que seria instituída por três anos e depois revisada.
Outras cidades americanas que têm proibido a venda de pets de criadores incluem Albuquerque em Novo México e South Lake Tahoe, California. Outras cidades na Florida, Novo Mexico e Missouri estudam a possibilidade.
Esse certamente e o caminho. O efeito de adoções e castrações e minimazado por essa industria fetichista que enfatiza raças e consumo ao invés da verdadeira troca de amor e compaixão entre humanos e não-humanos. Não há como regular essa industria, e isso nem e desejável. Criar animais para vender e tão moralmente deplorável como explorar trabalho escravo humano.
As informações são da PETA.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Baleias no mar de Okhotsk intrigam cientistas


Grupo da Academia de Ciências da Rússia (RAN na sigla em russo)
e estudiosos estrangeiros estudará baleias cinzentas que migram todos
os anos a essa região do Pacífico em busca de alimentos..
Esses estudos são realizadas pelos cientistas da RAN desde 2002.
Baleias no mar de Okhotsk intrigam cientistas
Baleias migram para mar de Okhotsk, no noroeste do Oceano Pacífico Foto: Reuters
Na semana passada, um grupo de cientistas da Academia de Ciências da Rússia chegou à ilha Sakhalina, no mar de Okhotsk, para realizar um censo das baleias cinzentas que migram todos os anos a esse lugar em busca de alimentos. 

Neste ano, a equipe é composta por cientistas russos, norte-americanos e europeus, além de estudantes de biologia, que vão contar os animais e observar seu comportamento. 

“Para realizar o censo, tiramos fotos de animais de ângulos diferentes e depois comparamos as imagens com as fotos dos anos passados”, explica o representante da RAN. 

De acordo com estimativas anteriores, cada verão cerca de 120 a 140 baleias cinzentas chegam à região em busca de alimento.

Os dados obtidos pelos cientistas da RAN serão utilizados pelos especialistas de outras instituições de pesquisa internacionais, que ajudarão os russos com a marcação dos animais. 

Às vezes as baleias perdem suas marcações e não conseguem ser identificadas pelos satélites. “Entretanto, já recebemos informação que as baleias migram no inverno para a costa da Califórnia”, diz o organizador da expedição.

Ele acrescenta que a equipe estará na Sakhalina até a próxima migração de baleias, cujo início é normalmente em setembro. 

Incluídas na lista de animais com risco de extinção da Rússia, as baleias cinzentas vivem na parte norte do Pacífico. Sua população é divida em dois rebanhos, um migra entre o Mar do Japão e o Mar de Okhotsk e o outro entre a Califórnia e a Tchukotka. 

Esses animais viajam 16 mil quilômetros anualmente a uma velocidade de 10 quilômetros por hora.

Assim começa a carreira de um psicopata


A ANDA estreia, com exclusividade, uma série de matérias recheadas de pesquisa, entrevistas, curiosidades e indagações com o propósito de sensibilizar a população, as autoridades e a Justiça sobre o alto grau de periculosidade das pessoas que matam animais em série ou em massa e cujo rastro de sangue e dor pode ser contido se forem investigadas, detidas e monitoradas.
Animais incendiados ou enterrados vivos, espancados até a morte, enforcados, torturados, envenenados ou mortos por injeção letal – todos esses procedimentos são comuns em psicopatas. O alvo predileto: criaturas frágeis, indefesas, fáceis de capturar e manter sob seu domínio – e os animais se enquadram em todos os itens, assim como as crianças, mulheres e idosos que, numa segunda etapa da vida de um psicopata, podem se tornar seus alvos.
Segundo estudos do FBI, na sua grande maioria (cerca de 80%), os psicopatas começam a carreira matando animais. Por isso, em países como Estados Unidos e Inglaterra, os matadores de animais já são tratados e julgados de forma diferenciada que avança para muito além do crime de maus-tratos a animais. Nesses locais já se entende que deter esses indivíduos ou monitorá-los, quando começam a matar animais na infância, representa uma medida preventiva, de proteção não somente aos animais, mas a toda a sociedade.
Assinadas pela jornalista Fátima Chuecco, colaboradora da ANDA e sempre atuante no jornalismo pela causa animal, as matérias levantarão os casos dos psicopatas mais famosos do Brasil e no Exterior a fim de instigar a reflexão e motivar que casos onde se percebe comportamento psicopata sejam avaliados de forma mais ampla e recebam a punição adequada para evitar que os crimes continuem se propagando e, inclusive, migrando, da matança de bichos para o assassinato de pessoas.
Histórias impressionantes desfilarão pela série que estará também fornecendo canais para denúncias e dicas de como identificar indivíduos de perfil psicopata. Afinal, eles estão entre nós e muitas vezes ninguém percebe! Podem se esconder no disfarce de um simpático ou bondoso vizinho. É muito importante denunciar todo e qualquer matador de animais seja ele matador em série, em massa ou temporário.
Deter esses indivíduos salva a vida de animais e de pessoas. À propósito, no Brasil, 80 mil crianças desaparecem por ano. É um número extraordinariamente alto. Elas somem sem qualquer indício de seqüestro ou pedido de resgate e podem estar caindo nas mesmas mãos daqueles que assassinam animais.
Capítulo Quatro
Um psicopata a cada quadra
(Foto: Reprodução/Internet)
É assustador saber que a cada 100 pessoas, quatro são psicopatas segundo pesquisas americanas. Isso quer dizer que podemos encontrar um psicopata em cada quadra e pelo menos 5 milhões deles só no Brasil. Isso explica porque são tão comuns os envenenadores de cães e gatos. Quem nunca morou perto de um desses matadores de animais em série?
Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem uma estatística um pouco mais otimista: uma em cada 100 pessoas teria tendência à psicopatia. No entanto, nem todo psicopata se torna assassino de bichos ou pessoas. O National Institute of Mental Health (Instituto Nacional de Saúde Mental) dos EUA diz que 47% deles chegam a cometer crimes violentos, enquanto que os demais destilam sua agressividade no ambiente de trabalho, dentro de suas casas ou nos relacionamentos amorosos.
O destino dado ao serial killer varia de acordo com cada país. No Canadá, Inglaterra, Austrália e algumas cidades dos EUA a condenação é de prisão perpétua com cela de isolamento. Quando são menores de idade os psicopatas nesses países também podem ter como pena o isolamento do convívio social até que provem estar aptos para a liberdade.
Afinal, como foi visto no capitulo anterior dessa série, uma criança pode matar outras e o ideal seria receber tratamento e acompanhamento de modo a evitar que ela ataque novamente bichos ou pessoas. Outra penalidade aplicada em alguns países da Europa e nos Estados Unidos, para casos menos graves de maus-tratos a animais, é a proibição do agressor adquirir novos bichos, além de perder a guarda dos que ainda estão sob seu poder.
No Brasil os psicopatas podem ser considerados semi-imputáveis (com consciência dos seus atos, mas nenhum controle sobre eles). Nesse caso podem ir para hospitais de custódia onde receberão tratamento e voltarão às ruas quando tiverem liberação psiquiátrica. Se forem punidos como criminosos comuns cumprirão o máximo de pena prevista no país que é de 30 anos e também serão liberados. Foi isso que aconteceu com o maior psicopata brasileiro: Pedrinho Matador – autor de mais de cem assassinatos.
“Matava pacas e macacos… acostumei!”
Pedrinho Matador (Foto: Reprodução/Internet)
Um dos mais famosos psicopatas do Brasil cumpriu pena de 34 anos, mas continuou matando até mesmo quando estava preso. Numa entrevista às TVs brasileiras em 2011, quando foi preso novamente em Camboriú (SC), Pedrinho Matador disse que só mata gente ruim e por vingança. Jamais mata mulheres e tem desejo de “acabar” com o Maníaco do Parque. A tatuagem “Mato por Prazer” diz que já tirou do braço.
Ele cresceu numa chácara em Minas Gerais onde matava pacas e macacos: “Acostumei a matar… depois passei a gostar. Gosto mais de matar com faca, estilete, mas também uso as mãos porque depende de cada traidor”, disse numa coletiva à imprensa em 2011. A “carreira assassina” de Pedrinho teve início aos 14 anos de idade quando matou um primo. Muitos anos depois matou o pai que estava no mesmo presídio que ele: “Mas só arranquei o coração dele, não comi não como dizem que fiz”.
Decapitou o próprio gato e a mãe
Não foi apenas Pedrinho Matador que treinou seus instintos violentos em bichos antes de matar pessoas. Edmund Kemper tinha o hábito de decapitar gatos e atirar em pássaros por volta de seus 13 anos de idade.
Nem o gato da família foi poupado tendo sua cabeça pendurada numa estaca. Kemper foi tão perverso em toda sua vida que é difícil acreditar que alguém como ele possa de fato existir.Matou avós, mãe, amiga da mãe, adolescentes e fez sexo com diversos cadáveres que decapitava.
Edmund Kemper (Foto: Reprodução/Internet)
Foi condenado à prisão perpétua em 1973, na Califórnia (EUA), pelo assassinato de oito mulheres, entre elas sua avó (quando ele tinha apenas 16 anos). Numa mesma tarde matou e decapitou a mãe e uma amiga dela que, inesperadamente, apareceu para uma visita. O júri considerou que Kemper gozava de saúde mental perfeita e o enviou para uma prisão comum. O dado curioso é que o próprio Kemper se entregou à polícia e durante seu julgamento disse que estava disposto a ser torturado até à morte.
Cegava pássaros com agulhas quando criança
Foto: Reprodução/Internet
Tudo aconteceu tão cedo na vida do militar americano Edward Leonski que quando ele estava com 24 anos, em 1942, já tinha sido condenado à forca pelo estrangulamento de três mulheres. Na confissão ele disse ter matado para “conseguir suas vozes.” Disse que uma delas cantou para ele enquanto à conduzia para casa: “Ela tinha uma bela voz e eu fiquei maluco por ela”.
Na investigação de sua vida pregressa, colegas de infância disseram que Edward tinha o mórbido hobby de cegar passarinhos com agulhas. Uma aberração que também pode ter alguma relação com o canto dos pássaros.
Esfaqueava animais que cruzavam seu caminho
Outro caso antigo aconteceu na Inglaterra dos Anos 50. Peter Manuel começou a praticar assaltos com 10 anos de idade e foi parar num reformatório. Libertado demonstrou ainda mais sua agressividade e era visto com frequência esfaqueando animais que cruzavam seu caminho na região rural onde passou a vagar. Eram animais do campo desgarrados de seus grupos ou cães que rodeavam as fazendas.
Na adolescência atacava garotas. Mais tarde atacou duas mulheres com martelo, sendo uma delas grávida. Assassinou duas garotas de 17 anos e dizimou famílias inteiras a tiros: uma deficiente mental de 45 anos, a filha e a irmã dela, 16 e 41, que viviam na mesma casa. Calmamente jantou antes de ir embora. Noutra residência matou pai, esposa e filho de 11 anos. Curiosamente, o gato da família escapou da chacina e Manuel contou aos investigadores que antes de ir embora fez questão de alimentar o bicho. Foi enforcado em 1958.
Índice da Maldade
O psiquiatra forense Michael Stone criou uma medida para classificar o os assassinos de acordo com seu nível de violência. Seu trabalho pode ser acompanhado por meio da série chamada Índice da Maldade exibida no Discovery Channel. Stone analisa as motivações, os métodos e a quantidade de mortes cometidas pelos assassinos.
A escala vai do número 1 ao 22, ou seja, desde pessoas normais que matam apenas em legítima defesa (nível mínimo) até os psicopatas assassinos e torturadores em série que, segundo ele, atingem o grau máximo de perversidade humana. Edmund Kemper, por exemplo,citado nesse episódio, seria da categoria 22.
Se a escala fosse transferida para os matadores de animais, teríamos aqueles que frequentemente torturam, incendeiam, mutilam, cegam ou espancam bichos até à morte no nível máximo do índice de Stone. No nível 19 estariam os pervertidos sexuais que estupram animais sem matá-los. No nível 15 os que matam vários animais numa mesma ocasião por envenenamento ou doses elevadas de sedativo, por exemplo. Aqueles que matam num momento de fúria a pauladas, facadas ou outras armas disponíveis no local do crime (sem premeditação) poderiam se encaixar no nível 13.
O Índice
1. Matam em legítima defesa e não apresentam sinais de psicopatia. (Pessoas normais)
2. Amantes ciumentos que cometeram assassinato, mas que apesar de egocêntricos ou imaturos, não são psicopatas. (Crime passional)
3. Cúmplices voluntários de assassinos: Personalidade esquizóide, impulsiva e com traços anti-sociais.
4. Matam em legítima defesa, porém provocaram a vítima ao extremo para que isso ocorresse.
5. Pessoas desesperadas e traumatizadas que cometeram assassinato, mas que demonstram remorso genuíno em certos casos e não apresentam traços significantes de psicopatia.
6. Assassinos que matam em momentos de raiva, por impulso e sem nenhuma ou pouca premeditação.
7. Assassinos extremamente narcisistas, mas não especificamente psicopatas, que matam pessoas próximas a ele.
8. Assassinos não-psicopatas, com uma profunda raiva guardada, e que matam em acessos de fúria.
9. Amantes ciumentos com traços claros de psicopatia.
10. Assassinos não-psicopatas que matam pessoas “em seu caminho”, como testemunhas – egocêntrico, mas não claramente psicopata.
11. Assassinos psicopatas que matam pessoas “em seu caminho”.
12. Psicopatas com sede de poder que matam quando estão encurralados.
13. Psicopatas de personalidade bizarra e violenta, e que matam em acessos de fúria.
14. Psicopatas cruéis e autocentrados que montam esquemas e matam para se beneficiarem.
15. Psicopatas que cometem matanças desenfreadas ou múltiplos assassinatos em uma mesma ocasião.
16. Psicopatas que cometem múltiplos atos de violência, com atos repetidos de extrema violência.
17. Psicopatas sexualmente perversos e assassinos em série: o estupro é a principal motivação, e a vítima é morta para esconder evidências.
18. Psicopatas assassinos-torturadores, onde o assassinato é a principal motivação, e a vítima é morta após sofrer tortura não prolongada.
19. Psicopatas que fazem terrorismo, subjugação, intimidação e estupro, mas sem assassinato.
20. Psicopatas assassinos-torturadores, onde a tortura é a principal motivação, mas em personalidades psicóticas.
21. Psicopatas que torturam até o limite, mas não cometem assassinatos.
22. Psicopatas assassinos-torturadores, onde a tortura é a principal motivação (na maior parte dos casos, o crime tem uma motivação sexual, mesmo que inconsciente).
Como é e age um psicopata
Alguns sintomas são bem evidentes e já foram descritos ao longo dos capítulos anteriores dessa série. O psicopata não tem empatia alguma, ou seja, é incapaz de se colocar no lugar do outro. Não sente piedade, não tem remorso, não se arrepende. Não teme cadeia e nem mesmo a morte. Vive procurando saciar seus mais mórbidos desejos e tem plena consciência de seus atos porque a parte racional de seu cérebro é completamente normal. A parte emocional é que apresenta deficiências.
O psicopata é ainda mentiroso (um verdadeiro ator podendo assumir dupla personalidade), manipulador e, por vezes, sedutor. E na maioria dos casos começa treinando seus métodos de tortura em animais, logo cedo. As causas dessa falta de sentimentos e obsessão por torturar e matar são diversas: pode ser genética, traumas e abusos na infância ou danos cerebrais. Mas uma coisa é certa: a psicopatia do nível mais elevado não tem cura.
Segundo Robert Hare, criador da Escala da Violência (mencionada no capítulo dois dessa série), em casos mais graves, quando a psicopatia leva ao canibalismo e rituais sádicos, não há nenhuma possibilidade de cura: “Nessas formas de violência os indivíduos devem ser confinados em celas especiais por toda a vida. Se for solto matará de novo”.
Uma forma rápida de descobrir qualquer tendência à psicopatia é analisando o comportamento diante de cenas de violência. As pessoas que mal podem vê-las, fechando os olhos diante de fotos e filmes “fortes” ou se arrepiando ao ouvirem falar delas não correm risco de se tornarem serial killers (como foi dito no primeiro capítulo).
Mas algumas pesquisas nesse campo mostram que há exceções à regra. O perverso Jeffrey Dahner (capítulo três da série) tinha um cérebro normal, sem excesso da parte racional em detrimento da emocional. Alguns cérebros de pessoas com comportamento pacífico mostram o contrário: parte emocional bem menos desenvolvida que a racional. Será que isso mostra que até os psicopatas têm escolha? Poderiam eles, mesmo diante de uma sede enlouquecedora de matar escolher outro caminho? Poderiam, ainda que inconscientemente, desviar seus instintos assassinos para outra atividade onde não prejudiquem bichos nem pessoas? É o que a Ciência tenta descobrir.
Acompanhe nos próximos capítulos da Série Matadores de Animais:
Psicopata Oculto e Inverso – Quem treina um pit bull ou galos para rinhas teria tendências psicopáticas ocultas, transferindo-as para os animais? O colecionador de animais, que pensa estar fazendo o bem, quando na verdade só piora a situação dos bichos que recolhe, seria um psicopata “inverso”?
E os primeiros episódios da série:
Caso Dalva e Alice no País dos Gatinhos Mortos, além do Caso Brenda Spencer, que matou dois adultos e feriu nove crianças quando tinha apenas 16 anos, mas já incendiava cães e gatos quando criança.
Médicos e enfermeiros com missão oposta: dispostos a tirar vidas das maneiras mais sádicas. No Brasil, yorkshire Lana comove o Brasil ao ser morta por enfermeira casada com médico. Veja ainda quadrilha de enfermeiras assassinas e o cruel Dahmer que mutilava e comia suas vítimas.
Crianças perversas – A importância de se deter o mal pela raiz. Na Austrália menino mata vários animais em 35 minutos de surto e ri enquanto promove o massacre. Existem crianças realmente más? O Brasil começa a relacionar casos de maus-tratos a animais com violência doméstica e outros crimes.